segunda-feira, 30 de abril de 2012

Apenas um toque!


Três dos evangelistas relatam a cura da mulher que sofrera doze anos nas mãos dos médicos sem ter melhora. Estudando os três relatos em conjunto, observamos que são bem atraentes. Sem dúvida, a mulher estava desesperada. Tais situações trazem estas condições. Se tudo possível fora feito e não havia melhora, podemos compreender o seu desespero.
No caso desta mulher, notícias de um homem que tinha poder de cura, e também compaixão para usá-lo, chegou ao conhecimento dela. Ele não tocara no leproso? Ele não tocara nos olhos dos cegos? Ele não tocara na língua do mudo? Muitos doentes nas aldeias e cidades não tocaram na orla de Suas vestes e foram curados? Sendo assim, pensou a mulher, eu não posso pedir que Ele me toque, mas eu posso tocar nas Suas vestes e eu também serei curada.
Que fé! Que testemunho da habilidade do Senhor Jesus! Que gozo para Ele saber que o povo simples com verdadeira fé estava preparado para confiar nEle, sabendo que não havia outra esperança.
Quando o toque da fé fora feito, Lucas recorda a resposta do Senhor, “Quem me tocou?”. Os discípulos ouviram, e talvez com um pouco de irritação, disseram, “Tu vês a multidão apertando e dizes “Quem me tocou?” Tal aspecto é de pouca importância. Entretanto a pessoa que precisava ouvir, ouviu as palavras, “Quem me tocou?” e ela se apresentou. Somente uma na multidão.
Será que Ele ainda tem tempo para uma pessoa dentre tantas? As Suas vestes não estão mais aqui para serem tocadas, mas o Seu toque sem dúvida está presente. Talvez as palavras do hino de Bill Gaither expressam este sentido tão bem.
“Tocou me! Jesus tocou-me!
De paz encheu meu coração!
Quando o Senhor Jesus me tocou Livrou-me da escuridão.”
Jesus está esperando por você!

Adaptado de F. E. Stallan, Kilmarnock.

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