Três dos evangelistas
relatam a cura da mulher que sofrera doze anos nas mãos dos médicos sem ter
melhora. Estudando os três relatos em conjunto, observamos que são bem
atraentes. Sem dúvida, a mulher estava desesperada. Tais situações trazem estas
condições. Se tudo possível fora feito e não havia melhora, podemos compreender
o seu desespero.
No caso desta mulher,
notícias de um homem que tinha poder de cura, e também compaixão para usá-lo,
chegou ao conhecimento dela. Ele não tocara no leproso? Ele não tocara nos
olhos dos cegos? Ele não tocara na língua do mudo? Muitos doentes nas aldeias e
cidades não tocaram na orla de Suas vestes e foram curados? Sendo assim, pensou
a mulher, eu não posso pedir que Ele me toque, mas eu posso tocar nas Suas vestes
e eu também serei curada.
Que fé! Que testemunho da
habilidade do Senhor Jesus! Que gozo para Ele saber que o povo simples com
verdadeira fé estava preparado para confiar nEle, sabendo que não havia outra
esperança.
Quando o toque da fé fora
feito, Lucas recorda a resposta do Senhor, “Quem me tocou?”. Os discípulos
ouviram, e talvez com um pouco de irritação, disseram, “Tu vês a multidão
apertando e dizes “Quem me tocou?” Tal aspecto é de pouca importância. Entretanto
a pessoa que precisava ouvir, ouviu as palavras, “Quem me tocou?” e ela se
apresentou. Somente uma na multidão.
Será que Ele ainda tem tempo
para uma pessoa dentre tantas? As Suas vestes não estão mais aqui para serem
tocadas, mas o Seu toque sem dúvida está presente. Talvez as palavras do hino
de Bill Gaither expressam este sentido tão bem.
“Tocou me! Jesus tocou-me!
De paz encheu meu coração!
Quando o Senhor Jesus me
tocou Livrou-me da escuridão.”
Jesus está esperando por você!
Adaptado de F. E. Stallan, Kilmarnock.

